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    Marcio Silva

    Guarulhos (SP)
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    Sobre mim

    Engenheiro Mecânico - Escola Politécnica da USP
    Professor particular e orientador virtual de TCCs, Monografias, Dissertações de Mestrado e Teses de Doutorado.

    Comentários

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    Marcio Silva
    Comentário · há 10 anos
    Que ótimo. Agora os policiais de trânsito estão liberados e não podem mais se eximir de aplicar o Art. 228 do Código de Trânsito Brasileiro e multar (e apreender se necessário) todas as motos sem escapamento – não importa a cilindrada. Precisam acabar com o falso “foro privilegiado” destes motoqueiros e motociclistas, que só infernizam a vida das pessoas com estas malditas motos sem escapamento.
    Durante os últimos anos, entrevistei nas ruas de São Paulo mais de quarenta policiais da CET e da PM e todos, sem exceção, afirmaram que não tinham autorização para multar MOTOS SEM ESCAPAMENTO sem usar o decibelimetro - aparelho para medir os decibéis. Finalmente as autoridades constituídas, até agora omissas, resolveram tomar providências antes que a toda a população fique com lesões auditivas, incluindo os próprios policiais e os tais motociclistas.
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    Marcio Silva
    Comentário · há 10 anos
    Lula rachou o Brasil após décadas de discurso de ódio contra quem não é petista, o tal do “nós contra eles”. Além disso, Lula e o PT foram contra a Constituição Federal de 1988, contra o Plano Real, contra a Reeleição, contra a Lei de Responsabilidade Fiscal, contra as Agências Reguladoras, contra o Programa Social “Comunidade Solidária” criado pela então 1ª dama Ruth Cardoso. Pediram impeachment de todos os presidentes não petistas. Agem como se o Brasil fosse propriedade particular deles. E, por fim, "golpistas" são os outros, não eles.
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    Marcio Silva
    Comentário · há 10 anos
    Ótimo artigo. Porém, sempre que se falar em multas de trânsito, faltará incluir o Art. 228 do CTB, com a Resolução 204/2006 do Ministério das Cidades, para multar os motociclistas que retiram o silenciador de suas motos (principalmente as mais luxuosas e possantes, de marcas famosas, mas também as velhas e sucateadas) com a finalidade de fazer barulho excessivo, que é nocivo à saúde física dos pedestres, moradores, e também policiais de trânsito, os quais nada fazem por alegar que têm ordens superiores para multar apenas com uso do aparelho medidor de ruído, chamado "decibelímetro". Ora, aqui a ordem dos fatores altera o produto, se esperar a população perder a audição para depois multar e apreender as motos sem escapamento. Chego a pensar, nesta época de intensa discussão sobre "foro privilegiado", se estes motociclistas detêm este privilégio. Aliás, pergunte a um deles, diga ou insinue que ele está fora da Lei e ouça a resposta que virá - com certeza, será algo do tipo que ouvi: "faço barulho sim, uso capacete, não me incomoda, dane-se quem ficar atrás ouvindo"; "Vou continuar fazendo barulho, então, se não está satisfeito, vá buscar seus direitos". Falta ainda algum dizer o tradicional e arcaico "sabe com quem está falando?"
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    Recomendações

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    Alysson Lang, Professor de Educação Física do Ensino Fundamental
    Alysson Lang
    Comentário · há 10 anos
    Ponto 1: Quando se é jovem, solteiro ou com a namoradinha do lado, muita gente gosta de aumentar o som. Isso se chama baixa auto estima e insegurança pessoal. Precisa do som para mostrar algo que lhe falta (clinicamente comprovado). Pior quando o porta-malas fica semi-aberto ou as caminhonetes andam atoladas de som na caçamba (não vou justificar gosto musical porque é irrelevante aqui), bastando entender que "não sou obrigado a escutar o que você gosta", isto é, o seu direito termina quando começa o meu.
    Passar com o carro com mais de 120 Db onde o grave faz tremer as janelas da sua residência (leis da física) assim como portas e outras coisas em plena madrugada, já é justificável essa aplicação de multa, pois mesmo sabendo que muitas cidades "não dormem", as pessoas precisam de sono tranquilo.

    Ponto 2: Quando você é seguro de si, determinado, tem família dentro do carro, sabe que som alto e porta-malas cheio de cornetas é algo que "non ecziste" mais. Mas tudo bem, eu também já curti som alto dentro do carro, confesso, tenho o mesmo som e carro a 10 anos com um simples dvd-cd player de 45wts e um alto falante em cada porta que seguramente me garante um som bacana que não perturba as pessoas. Só que os motoristas destes automóveis, não param pra pensar que por onde passam, tem crianças recém nascidas dormindo, tem idosos acamados, às vezes até hospitais e casas de repouso, pessoas que NÃO precisam deste tipo de barulho. Mas o próprio umbigo é o que importa, o centro do mundo!!!

    Ponto 3: Alguém geralmente fala que "o carro é meu" e "não podem fazer isso". Bom, lamento dizer mas nada é seu. Se não acredita nisso, deixe de pagar algumas taxas e impostos pra ver se você fica com ele rodando.

    Ponto 4: A eterna batalha entre o bem e o mal. Quem tem mais direito, quem pode mais. Concordo que carro e som é uma combinação que chama atenção, é difícil ver um carro sem um, nem que seja um toca-fitas (ainda existe sim). Mas pergunto, até onde vai a moralidade de uma pessoa? Quando que ela vai se tocar e perceber que som alto demais atrapalha e nem todo mundo curte? Temos obrigação de aceitar? Se existe uma lei é porque no geral algo não está sendo controlado de forma ordenada e tenha que ser controlada à força, neste caso por meio de leis.
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